O incêndio habitacional é uma realidade muito frequente nos dias de hoje. Geralmente a zona incendiada que sofre mais estragos é a cozinha. Isto acontece pelo facto de a cozinha possuir uma série de material eléctrico, em madeira e a gás que é facilmente consumido.
Existem vários procedimentos a tomar e a por em prática que lhe permitiram salvar a sua própria vida bem como diminuir os estragos provocados pelo fogo.
Como actuar em caso de incêndio
Num incêndio habitacional as probabilidades de rápida salvação aumentam se, antecipadamente, tiver estudado a melhor via de fuga de cada uma das divisões.
Numa vivenda de dois pisos, por exemplo, se não puder utilizar as escadas, pondere qual dos quartos do andar de cima oferece a saída mais fácil.
Considere também quais as janelas que possam ser abertas. É mais difícil ter de passar por uma janela que precise de ser arrombada, e é mais difícil arrombar uma janela de vidraça dupla do que uma de vidraça simples.
Como sair
Tente achar uma maneira segura de atravessar a zona incendiada e chegar a uma porta ou janela do rés-do-chão. Os bombeiros observam três regras fundamentais quando penetram num edifício a arder: experimentam todas as portas; fecham portas e janelas à sua passagem, mantêm-se rentes ao chão sempre que haja fumo.
Verifique a temperatura de cada porta antes de a abrir. Não a abra se estiver quente ou se se escapar fumo pelas juntas. Se a porta estiver fria, coloque-se atrás dela, abra uma nesga e espreite antes de se decidir a atravessá-la. Trave a porta com um pé para impedir que se abra com a pressão dos gases quentes. Se houver chamas no interior da sala, o escancarar da porta pode criar uma corrente de ar que as ateará.
Feche as portas atrás de si e, se for possível, também as janelas que encontrar abertas. Esta operação ajudará a reduzir a velocidade de propagação do incêndio.
Mantenha-se com a cabeça rente ao chão. O fumo sobe e começa por se acumular junto ao tecto. Próximo do chão o ar é geralmente ainda respirável e a visibilidade melhor.
Se estiver no rés-do-chão, salte para o exterior. Se não estiver no rés-do-chão, a distância a vencer não for excessiva e o terreno for macio, pendure-se da janela a todo o comprimento dos braços para diminuir a altura da queda.
Antes de se deixar cair, largue uma das mãos e sirva-se desse braço e das pernas para se afastar da parede quando saltar.
Não salte de uma janela do andar superior, excepto como último recurso. Em vez disso, utilize o que tiver à mão, lençóis alados uns aos outros, por exemplo, para chegar ao solo ou pelo menos para se aproximar dele antes do salto. Amarre o primeiro lençol a um móvel pesado que se encontre na sala, se não houver outro ponto mais seguro.
Se tiver de arrombar uma janela para sair, faça-o com uma cadeira ou a pontapé. Se tiver de utilizar as mãos, proteja o punho ou utilize o cotovelo se usar uma peça de roupa com mangas.
Quebre as pontas de vidro que ficarem agarradas ao caixilho ou cubra-as com um cobertor ou peças de roupa antes de passar através da janela.
Se não houver maneira segura de descer, feche a porta da divisão, abra a janela e acene e grite para atrair as atenções. Numa varanda, feche a janela atrás de si. Se não houver varanda, tente manter o fogo fora da sala enquanto aguarda socorro. Regue com água as paredes e porta da sala onde se encontre. Isso retardará ou deterá o avanço do incêndio.
Entale panos molhados, se possível nas frinchas da porta para impedir a entrada de fumo e gases. O fumo é de longe mais mortífero do que as próprias chamas.
Depois de sair
Logo que se encontre no exterior e em segurança, verifique se falta alguém. Chame os bombeiros se ninguém o tiver feito antes.

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